Como domar o Big Data
Harvard Business Review Brasil - Outubro - Ed. nº 9010
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Sumário da edição de Outubro 2012

FOCO “BIG DATA”

O volume de dados que uma empresa hoje pode usar para tomar decisões é assombroso. Só que tranformar esses petabytes de informação em algo útil exige novos recursos, novas competências, novos profissionais e até um novo estilo de gestão. O foco de outubro busca esclarecer de vez o significado do “big data”, analisa seu potencial e explora os desafios de gestão trazidos pelo fenômeno. São três artigos:

Big Data: a revolução da gestão

Andrew McAfee e Erik Brynjolfsson (MIT)

Decisões tomadas com base em dados — sobretudo com o imenso volume de dados hoje coletado por empresas — são definitivamente melhores, sustentam os autores. E daí vem o potencial do big data de revolucionar a gestão. Antes, porém, é preciso cumprir uma série de requisitos, incluindo adotar uma cultura decisória baseada em evidências, contratar “cientistas de dados” capazes de detectar padrões nessa montanha de dados e convertê-los em informações úteis para a atividade da empresa. Artigo lança luz sobre o conceito de big data e seu impacto em empresas que já embarcaram na onda.



Cientista de dados: o profissional mais cobiçado do século 21

Thomas Davenport (Harvard Business School) e D.J. Patil (Greylock Partners)

Cientista de dados é o profissional que sabe como achar respostas para dúvidas importantes da empresa a partir dos petabytes de dados gerados diariamente. Há apenas um probleminha: na corrida para explorar ao máximo o potencial do big data, o maior entrave talvez seja a escassez desse profissional no mercado

Faça a analítica avançada trabalhar para a empresa

Dominic Barton e David Court (McKinsey)

Artigo dá um guia prático para a empresa que deseja começar a tirar partido do big data.

A GRANDE IDEIA

As verdadeiras medidas do sucesso

Michael Mauboussin (Legg Mason Capital Management)

Estatísticas comumente usadas por empresas para avaliar e comunicar seu desempenho — indicadores financeiros como lucro por ação e resultados de outra natureza como fidelidade do cliente e qualidade do produto — muitas vezes têm pouquíssima relação com a meta de gerar valor ao acionista. Artigo apresenta um processo com quatro passos para a empresa escolher os indicadores certos — indicadores que a ajudem a entender, monitorar e gerenciar relações de causa e efeito que em última instância determinam o valor da empresa.

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