As maiores invenções de todos os tempos
Grandes Temas - História Viva - Ed. nº 37
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Uma edição especial sobre a história da ciência e da tecnologia que mostra como a humanidade criou as ferramentas para o desenvolvimento das grandes civilizações, impérios e nações.

Descubra como a roda, a vela, o motor a vapor e o sistema de localização por longitude revolucionaram os transportes e integraram os cinco continentes; como a moeda e a navegação deram origem à economia global; como o canhão, o avião, o submarino e a energia nuclear abriram caminho para as guerras mundiais; e como muitas outras invenções foram decisivas para o nosso desenvolvimento.  

SUMÁRIO

TRANSPORTES

A roda, mãe do progresso

Seu idealizador não deixou nome para ser cultuado na posteridade. No entanto, essa descoberta atribuída aos sumérios inaugurou uma nova era: nos 60 séculos seguintes, a civilização se fez a partir de conjuntos de rodas.

O revolucionário motor a vapor
A invenção de Denis Papin foi o passo inicial de uma imensa mudança. Pela primeira vez o ser humano produziu energia sem depender de circunstâncias naturais.

A vela e a "conquista" do horizonte
Todas as embarcações que os antigos construíram para o comércio ou para a guerra tinham em comum a vela e o remo, inspirados nas asas e nas patas nadadeiras das aves aquáticas.

A longitude, enigma da navegação
Durante séculos, grandes pensadores se debruçaram sobre o problema da orientação dos viajantes. Conhecia-se somente a latitude, calculada com a ajuda de alguns instrumentos, mas navegar no desconhecido com alguma segurança só foi possível no século XIX.

ECONOMIA

A moeda, motor do mundo

Ela parece destinada a desaparecer, substituída pelas transações eletrônicas, mas jamais sua história será esquecida. A circulação de bens e serviços lastreada numa medida de riqueza imaterial mudou a história.

Globalização, produto das navegações
O estabelecimento de rotas transoceânicas seguras, a partir do século XVII, deu origem ao conceito de "economia-mundo", termo inventado por Ferdinand Braudel para designar o embrião da globalização da economia.

ARMAS

A pólvora e o canhão, priviléguios dos ricos

Tudo indica que a origem da pólvora é chinesa, mas seu efeito sobre a Europa foi maior que em qualquer outra parte. O desenvolvimento de armas para usar a novidade tornou a guerra um recurso de estados ricos.

Aviões, máquinas de destruição
A invenção mal fora aperfeiçoada, e os estudos das máquinas voadoras para fins militares tiveram início. A rapidez do processo transformou as guerras do século XX e instalou na sociedade um inédito temor do fim do mundo, baseado não mais na superstição, mas na realidade.

Submarino, concebido para destruir
A navegação sob as águas foi cobiçada por nações, com objetivos bélicos, mesmo enquanto não passou de ficção. No século XX, quando a fantasia se tornou realidade, o equipamento foi para o centro da estratégia militar das duas guerras mundiais.

A corrida pela bomba nuclear
Pierre Radvanyi foi presidente do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França entre 1995 e 2005. Nesta entrevista, ele relembra a história recente da ciência e conta, de forma envolvente, como foi o desenvolvimento das armas nucleares, que definiram em medida importante a geopolítica do século XX. 

COMUNICAÇÕES

A escrita, filha ilustre da contabilidade
Jean Bottéro (1914-2007) foi um historiador francês especializado em Mesopotâmia. Esta é uma de suas últimas entrevistas sobre um tema que o apaixonava, a história da escrita, nascida na Suméria há mais de 5 mil anos por causa da necessidade de memorizar a movimentação de bens.

Imprensa, revolução ou inovação? 
Devemos saudar seu inventor. Gutenberg, um gênio da mecânica. A cadeia de copistas foi aliviada, e os erros, reduzidos. Mas a tipografia não revolucionou, aprimorou: foi o ápice de uma lenta maturação intelectual e técnica do livro.

Satélite, a ponte invisível entre continentes
Um inglês, um alemão, um francês, um iugoslavo, um italiano e um russo inventaram o rádio. O mosaico de contribuições foi também a marca de invenções posteriores, a TV, os celulares e, claro, a transmissão que vem do espaço.

MEDICINA

Penicilina, a cura em uma "sopa de mofo"

Primeiro antibiótico da história, a substância foi descoberta em 1928 por Fleming, que somente em 1945 foi reconhecido como o responsável por essa revolução no tratamento de doenças mortais. 
 
Vacina, arma que pôs fim a uma guerra

Durante séculos, a peste assombrou a humanidade. Nenhuma praga inspirou mais terror do que essa doença, que matava e se propagava rapidamente. Em 1894, a identificação do bacilo da peste por Yersin, ex-aluno de Pasteur, anunciou a proximidade da vitória. 

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